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Dia das crianças e devemos amá-las mais do que nos amamos.Elas precisam de amor e de muito mais.
Precisamos saber que filhos são nossas marcas e nosso legado para o mundo e nosso sempre. Eles levarão nosso corpo e sombra. Levarão nossa palavra e vento.Eles são nossa razão, nosso sentido e lema.
Tratemos bem nossos herdeiros. Vamso dar a chance de vê-los sorrir e não mais ficarem largados nas ruas que só levam à perdição e ao desespero.Elas merecem nosso amor e respeito.
O que mais dizer ? Não vou apenas comemorar o amor do meu filho. Rezarei pelos outros erês perdidos do amor dos pais e que nas ruas transmitem a falta de carinho que o mundo lhes dá.
Viva a vida!Viva as crianças e o direito de sonhar.
A prova deve ter complicado a vida de muita gente que embaralhou-se nos enredos tanto de Rubem Braga quanto de Augusto Frederico Schmidt. No entanto, o nível das questões foi mediano sem muitos sobressaltos. Acredito que muitos conseguirão mudar o conceito do primeiro exame graças a essa prova.
Vamos a análise das questões e os respectivos gabaritos:
Questão 1 - O prenúncio da separação ocorre já no primero parágrafo, quando o narrador mostra que o elemento externo é um adversário do casal, por ser estranho e incompatível. A letra C mostra isso. O aluno pode se confundir com o enredo e marcar a letra B, no entanto seria um erro.
Questão 2- C - O pretérito perfeito indica ação encerrada ( finalizada) no passado. O verbo - FEZ- apresenta essa idéia. Questão FÁCIL.
Questão 3 - B - O enunciado pede uma relação metonímica entre o TODO ( cidades ) que apresente uma relação de equivalência entre uma de suas partes ( moradores). Questão DIFÍCIL para muitos alunos.
Questão 4- B - Questão repetida no exame, pois pede ao aluno para observar o termo que apresenta função de coesão no texto. Nas opções apresentadas somente o QUE da letra B era pronome relativo, portanto termo anafórico. FACÍLIMO.( Fizemos essa questão várias vezes em sala).
Questão 5 - A - Podemos pensar a questão. observando que oposição, em relação aos amantes, não aparece de forma explícita nem implícita, A oposição se faz entre o público (cidade) e o privado ( apartamento). Nível MÉDIO.
Questão 6- B - O título do poema Coração numeroso,de Carlos D. de Andrade remete não a uma preferência e sim a uma união de valores e códigos sociais presentes em ambas as cidades. O aluno precisava estar atento à palavra TÍTULO presente no enunciado.
Questão 7 - A - A mudança do sentimento do eu-lírico é observado pela conjunção MAS que inicia a terceira estrofe, que estabelece uma relação semântica de oposição entre as estrofes. Era uma questão que exigia atenção do candidato.
Questão 8 - Minas Gerais, no poema, apresenta um ar de província, ou seja, de oposição a uma urbanização ocorrida no Rio. A figura do HOMEM-REALEJO sintetiza essa imagem não-urbana.
Questão 9- C - É uma questão de eliminação , pois o aparecimento da expressão dupla personalidade pode induzir o aluno a marcar opções em que aparece a repetição de palavras. No entanto " paralíticos sonhos" adqüire valor ambíguo no texto.
Questão 10- A - O narrador demonstra querer brincar com a palavra esperança e acaba saindo da realidade, entrando no mundo imaginário, daí a opção que aborda FUGA.
Questão 11 - C - Essa questão poderia ser resolvida pelos alunos através de processo dedutivo: a única opção que não apresentava a idéia de oposição era a C, ou seja , o surgimento de uma segunda voz na narrativa acaba sendo um recurso para enriquecer as idéias do texto.
Questão 12- A - Desde o início do texto, a palavra ESPERANÇA é usada de forma ambígua, agregando novas possibilidades visuais do texto. Questão FÁCIL.
Questão 13- Não insistas em ficar pensando insone, PORQUE do outro lado há um sono, como um pálio aberto.Letra B , causal.
Questão 14- D- O aluno precisava prestar atenção nas linhas que uniam os balões conforme avisava o enunciado da questão. Visto, bastava correlacionar com a figura de Vênus que havia aparecido no primeiro quadrinho.
Questão 15- C- O Planeta cheio de esparadrapos e marcas de violência são formas simbólicas de referir-se à grave questão ambiental por que passamos. RBD.
Dúvidas , perguntas, procure-me no curso.
Renan foi absolvido e o governo e o PT sujaram mais ainda as mãos e o r...
A pizza é o prato preferido dos políticos brasileiros e nós pagamos a conta. Só que a gordura da sem-vergonhice está gerando um custo altíssimo e a vesícula da consciência não está conseguindo gerir tanta hipocrisia.
O que nos deixa perplexos é perceber que o PT vendeu-se para o poder e aprendeu a usar um discurso sonso que borra todo um passado de lutas e de causas populares.
Defender Renan é sujar as mãos por uma causa perdida e se borrar junto também. O custo dessa defesa aprofunda a crise de credibilidade do Senado e joga na lama qualquer atitude positiva para a agenda do país. Ainda esperamos os desdobramentos do tema que pode antecipar algumas celeumas políticas.
Quem defende Renan não é bom da cabeça, no entanto, se esse é um país de aloprados e inconseqüentes talvez entendamos o que aconteceu.
VErgonha Brasil!
O time do Vasco é razoável e disputa um campeonato medíocre.
Sim, pois o São Paulo só não será campeão se houver um desastre completo e todos os santos conspirarem contra. De resto, teremos uma disputa emocionante pelas outras posições. E só!
Celso Roth deu um senso de competitividade que Renato Gaúcho não conseguira. Porém o elenco é limitado e não temos muitas opções de banco. O padrão tático conseguido pelo técnico deu uma estabilidade que não havia e isso é um mérito daquele.
No entanto, galera, vamos torer para conseguirmos a Libertadores. Ficaremos felizes.Mas falar como Campeão, deixa isso pra lá!
Ps.: Espero estar errado no meu comentário, como sempre!
A violência virou assunto de freguesia, de mercado. Quem dá mais?Gritos tresloucados disputam a atenção do freguês. A mercadoria é farta e tudo parece conspirar a favor, afinal a mídia está denunciando , a platéia tem comprado pipoca para assistir... mas algo está fora de ordem.
A banalização do ódio, da vergonha e da capacidade de indignação nos torna menos humanos e mais robotizados. A leitura dos fatos é sempre a mesma: "não adianta reclamar, está tudo dominado". E nessa toada caminha um conformismo que apenas atende a uma elite que deseja a permanência do caos reinante.
Dizer que a violência combate-se com a violência é algo inocente. A polícia é um recurso que deveria previnir e proteger. A omissão do Estado-saúde, educação, saneamento, presença efetiva...- apenas adiciona mais justificativas para ver o poder paralelo prosperar. Se é o tráfico ou as milícias, infelizmente são dados que comprovam o a irrespondabiliodade histórica de governantes que deixaram a sociedade ao "Deus dará".
A mudança dessa realidade não será feita com armas, coturnos e repressão. Um pouco de cidadania seria válido.Transformar o respeito e o reconhecimento social como verdadeiro espetáculo renderiam não só aplausos mas também justiça.
Enquanto vendermos a crença de que somente no tiro resolveremos as diferenças sociais, é ter a certeza de que pobres continuarão morrendo e a elite que financia o tráfico e o crime continuará intacta... sendo elite.
Até quando????